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A osteoporose é uma doença que atinge os ossos e ocorre quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas. É considerada um grave problema de saúde pública, sendo uma das mais importantes doenças associadas ao processo normal de envelhecimento, mais comum em mulheres do que em homens.
Cálcio, Vitamina D, exercícios apropriados, exposição ao sol e, em alguns casos, medicações são importantes para manter a massa óssea e tratar a menopausa.
Embora o método mais difundido para o diagnóstico da osteoporose ainda seja a Densitometria Óssea, a evolução do conhecimento sobre o metabolismo ósseo, associado ao reconhecimento da importância das doenças ósteo-metabólicas, abriu novas frentes no uso de testes laboratoriais.
Neste cenário, diversos marcadores bioquímicos do metabolismo ósseo foram descritos, com aplicações e validade bem definidas. Marcadores da ação osteoclástica, ou marcadores de reabsorção, bem como marcadores da ação osteoblástica, ou marcadores de formação, são atualmente disponíveis. Seu uso criterioso pode trazer benefícios significativos, contribuindo para um tratamento mais específico e eficaz das doenças osteometabólicas.
Para falar melhor sobre este tema, entrevistamos o Prof. Dr. José Gilberto Henriques Vieira, que também ministrou uma palestra intitulada “Marcadores Bioquímicos do Metabolismo Ósseo: Princípios e Indicações”, transmitida pela rede Conexão Médica, em junho passado.
Confira e boa leitura!
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